Um aplicativo para smartphones vai controlar os principais serviços deste prédio ainda em construção. Localizado em um bairro nobre da zona sul de São Paulo, o empreendimento quer trazer um novo conceito de comunidade, compartilhamento e integração entre os moradores através da tecnologia.

O empreendimento só vai ser entregue no final de 2018, mas o app já está quase pronto. Através da ferramenta, o morador vai ter acesso a serviços selecionados como personal trainer, lavanderia, solicitação de manutenção, limpeza, entre outros.

Uma infraestrutura especial para internet de alta velocidade deixará o prédio preparado para quando a Internet das Coisas for realidade por aqui. Conexões Wi-Fi estarão disponíveis em todas as áreas comuns do edifício; inclusive na garagem. Sempre conectados, os moradores ainda vão poder usar o aplicativo como uma espécie de rede social interna do condomínio.

No app ainda vai ser possível liberar e controlar a entrada de visitantes, agendar a utilização de áreas comuns, como os espaços de coworking e, claro, receber todos os informativos sobre o dia a dia da comunidade.

Ou seja, se você não tiver um smartphone, nem pense em vir morar aqui – vai ficar de fora. E, claro, a tentativa de inovar no setor imobiliário e oferecer uma nova forma de interação e experiência para os futuros moradores tem um preço. A previsão é que o condomínio custe até 25% mais do que a média da região – sim, já com alguns serviços extras embutidos, como lavanderia e banda larga. Mais do que isso, o metro quadrado da região não é para qualquer um; o apartamento de 48 metros quadrados sairia por não menos de R$ 800 mil.

 

 

*olhardigital.uol.com.br | 29/04/2017 19H00

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