ANO 05 – INFORMATIVO Nº 45 – GLOBALBLUE

Desde pequenos ouvimos que liberdade implica em responsabilidade. Não entendíamos bem o que isso significava até conquistá-la, não é mesmo? Mas não avisaram que a responsabilidade seria crescente.

*Roberta Nevoni | Psico-One | 12 de Junho de 2018

 

Desde pequenos ouvimos que liberdade implica em responsabilidade. Não entendíamos bem o que isso significava até conquistá-la, não é mesmo? Mas não avisaram que a responsabilidade seria crescente.

Não que isso seja exatamente uma obrigatoriedade, mas quanto mais conhecemos sobre o mundo e sobre nós mesmos, mais escolhas somos levados a fazer (lembremos que não se posicionar também é um tipo de escolha, já que também haverá consequências).

É impossível voltar atrás e anular os conhecimentos que tivemos ou deixar de ver o que vimos, ouvir o que ouvimos e sentir o que sentimos. Mas ainda existe um mecanismo que pode causar um alívio ilusório, podemos racionalizar: justificar o que está acontecendo, culpar os outros, a situação, o ambiente, o mundo, e as coisas que não estão funcionando em nossas vidas. Podemos decidir não fazer nada para melhorar a situação coletiva, já que ninguém estaria fazendo (mesmo que isso signifique ir contra nossos valores).

Isso só funciona para explicar a situação em que nos colocamos. Um dia percebemos que agir assim não serve para nos levar a situação que idealizamos, como metas e objetivos, nossos sonhos como pessoas e como humanidade.

Diante das dificuldades, diante do erro, diante do que não podemos interferir e do que faz nos faz sentir pequenos, temos o controle sobre algo importantíssimo. Podemos escolher como agimos no mundo e como reagimos ao que nos acontece. Continuamos tendo uma grande liberdade. Nem tudo podemos controlar, mas sobre tudo podemos pensar e escolher as melhores decisões, nos comprometer com nossas metas, em como atingi-las, fazendo isso de forma ética.

Somos responsáveis pelo que acontece em nossas vidas e mais, somos também responsáveis individualmente pelo resultado coletivo. E se somos responsáveis por algo, temos o poder e talvez até mesmo o dever de mudá-lo para melhor!

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