HENRIQUE JULIÃO • DCI

A telefonia fixa brasileira encerrou o mês de julho com 40,047 milhões de acessos ativos, conforme dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O resultado significou perda de 180 mil linhas frente junho e de 712 mil ao longo de 2018.

Se considerados doze meses até o mês de julho, o derretimento da base atinge 1,224 milhão de acessos, ou uma perda de 2,97%.

Do total de linhas ativas ao fim do sétimo mês do ano, 22,929 milhões – ou 57,2% – estavam nas mãos das empresas donas de concessões do serviço. Das 712 mil linhas perdidas em 2018, quase todas (711 mil) saíram da conta das concessionárias.

Já as autorizadas fecharam julho com 17,118 milhões de linhas (42,8%), em números praticamente estáveis frente o fim do ano passado.

A Oi lidera o mercado entre as concessionárias com 12,774 milhões (55,71%) de linhas, seguida por Telefônica (com 9,237 milhões), Algar Telecom (com 755.698) e Sercomtel (com 159.623). São Paulo lidera entre os estados, com 9,418 milhões (41,07%) de linhas, seguido por Rio de Janeiro, com 2,570 milhões.

Entre as empresas que atuam via autorização, a Claro soma 10,656 milhões de linhas (62,25%), frente 4,776 milhões da Telefônica e 787 mil da TIM. A Algar Telecom soma 405 mil.

Móvel

No caso da telefonia móvel, levantamento da Anatel divulgado pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Abratel) sinalizou que apenas 3,8 milhões de brasileiros não têm acesso ao serviço. Dessa forma, a comunicação estaria disponível para 98,2% da população. Em julho, 234,7 milhões de linhas móveis estavam ativas no Brasil.

 

Quanto custa um ERP?

Final da TV Analogica

Os pilares da Inovação de Marca