Na geologia, no dicionário ou na simbologia, ABISMO sempre representa algo perigoso e desconfortável, mas não necessariamente intransponível. A depressão emocional ou geológica, que separa dois pontos mais altos, a separação entre opostos e o lugar onde se está quando algo deu  muito errado.

A grandiosidade que assusta, pode ser a mesma que desafia e atravessar o abismo pode se tornar possível através de escaladas ou da construção de PONTES. Claro, para isso é necessário querer, é preciso disciplina e paciência, pois nenhuma destas coisas se faz rapidamente. Mas pra quem quer chegar do outro lado, tudo se torna possível.

Vivemos hoje um momento de abismo com a pandemia, algo com início repentino e inesperado que transformou nossas vidas. Já conseguimos aprender muito com esse momento, muito sobre nós mesmos e nossa força. Coisas que deixávamos para depois se tornaram urgentes, importantes e então, possíveis.

É um trabalho contínuo de um momento que está ainda em transformação. Muitas das pontes construídas continuaremos atravessando. Ainda, porém, precisamos de pontes entre a economia e a saúde, pontes entre as pessoas e suas diferenças (empatia),  precisamos construir pontes entre a teoria e a prática.

O abismo sempre vai existir, mas não precisa ser assustador se soubermos que podemos construir pontes para ser o que desejamos! Como você tem agido?

Você espera alguém fazer ou coloca a mão na massa?

Você procura culpados ou assume a responsabilidade ou?

Você faz mistério ou multiplica conhecimento?

Você justifica seus erros ou aprende com eles?

Você critica os outros ou ajuda os outros a melhorar?

Você controla suas palavras ou é refém delas?

Você reclama das coisas ou busca soluções?

Você apenas reage à situação ou é autor da própria história?

 

O primeiro grande passo é decidir: você quer ser Abismo ou PONTE?

 

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