Pare, pense, reflita ... mas não deixe de tomar decisões!

 

Grandes ou pequenas, inéditas ou rotineiras, a decisões podem ser vistas como um fardo por muitos, dependendo do que já se viveu no passado, das condições do momento presente e das projeções no futuro. Estar diante de uma escolha é inevitável ao longo da vida. Não importa a idade, decidir sempre será uma situação desconfortável já que uma escolha sempre implica uma não-escolha e não decidir nada, já é uma escolha. Melhor então, fazer isso conscientemente.

 

O fato de nem sempre existir certo ou errado numa decisão, apenas caminhos diferentes com resultados diferentes, também pode tornar a escolha mais complexa. Da mesma maneira, a influência de experiências anteriores, as informações e conhecimento sobre o caminho que pretendemos trilhar e a maneira de colocar em perspectiva o que acontecerá depois, também irá influenciar nossa tomada de decisão.

 

O conhecimento formal sobre o que temos para decidir e o autoconhecimento vem em socorro amenizar a dificuldade. Para o conhecimento formal, podemos lançar mão de cursos, instruções e até mesmo informações de outras pessoas que conhecem e/ou já passaram pela mesma situação. Porém, é importante lembrar que buscamos informações objetivas para formarmos nossas próprias opiniões, afinal, cada pessoas poderá ter uma percepção diferente de uma mesma situação e o que foi ruim para um, não necessariamente será para outro (e vice-versa). 

 

Já o autoconhecimento é importante para entendermos nossos medos e enfrenta-los. Tememos o impacto da decisão? Tememos nos arrepender? O medo é de não agradar aos outros? Ou não confiamos na nossa própria capacidade?  Entender o que sentimos nos perite lidar com isso de maneira mais objetiva, compreendendo o que é realidade e o que é fantasia, o que é possível realizar e o que ainda precisa ser aprendido.

 

É importante lembrar também de equilibrar o tempo da tomada de decisão: nem tão rápido que se queira livrar desse peso irresponsavelmente, nem tão vagaroso que se percam oportunidades. Portanto, precisamos tomar cuidado com características que muitas vezes carregamos (mesmo que por motivos justificáveis) como perfeccionismo, pessimismo, imediatismo e outras que nos façam perder o foco do objetivo que desejamos atingir.

 

E afinal, precisamos também pensar em algumas dicas para tomar decisões mais conscientes, equilibrando toda nossa história e condições:

 

  1. Identifique opções, reúna informações e pense nas possibilidades, fazendo um inventário formal e racional de dados. Outras pessoas poderão te ajudar com seu conhecimento, mas cuidado com as opiniões pessoais. Prefira formar a sua opinião a partir da sua própria perspectiva e necessidades.
  2. Muitas vezes a decisão não tem grande impacto e podemos simplesmente escolher o que nos satisfaz.
  3. Limite informações e exclua opções que não fazem sentido na decisão.
  4. Defina prazos para decidir: use o tempo como referência para não evitar a busca de informações, as negociações de situações, a formalização da decisão e o início da ação.
  5. Use seu passado como guia, de maneira consciente, entendendo quais suas habilidades, se instrumentalizando para enfrentar as dificuldades, estando consciente dos medos imaginários e de suas capacidades para superar as adversidades.
  6. Controle a impulsividade, não espere por resultados nem alivio imediato.
  7. APROVEITE! Poder tomar decisões é uma oportunidade e não um castigo. Aproveite cada uma destas oportunidades e crie novas possibilidades sempre que puder.

 

 

Seja cuidadoso, mas não tema mais do que o necessário. Somos resultado das escolhas que fizemos até hoje. Se realmente quisermos mudar (abrir mão de determinadas coisas e se comprometer com determinadas outras),  podemos pensar em novas decisões, mas não podemos esquecer que razão e emoção são ambas importantes – o segredo é aprender a equilibrá-las.

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