NÃO É A LINHA DE CHEGADA QUE DEFINE SEU LUGAR, MAS O QUE VOCÊ FAZ DURANTE A TRILHA

O ano de 2020 foi um ano muito atípico, no qual nos deparamos com desafios, mudanças e aprendizados a todo instante.

A campanha de 2020 da Global Blue – TRILHE SUA JORNADA, nos apresentou uma série de obstáculos em analogia com a vida corporativa, que deveriam ser compreendidos e vencidos, assim como aconteceu com a Pandemia durante esse ano.

Curiosamente, foi possível traçarmos um paralelo entre a proposta da campanha e a realidade não só dentro, como fora da empresa, mês a mês.

Janeiro - Ponto de partida: Covid identificado na China, ainda não sabíamos o que isso representaria no ano, sendo apenas o início, literalmente o ponto de partida, de algo muito marcante sobre nossas vidas neste ano.

Fevereiro – Território: O vírus se espalha, chegando ao território brasileiro através de pessoas que viajaram na época do carnaval, mas tendo como primeiro identificado, um executivo que voltava de uma viagem de trabalho na Italia, foco importante na crise, já que acometeu grande parte de sua população idosa e, portanto, com baixa imunidade em geral.

Março – Caverna: O mês em que nos recolhemos em isolamento social e para quem foi possível, também laboral, aprendendo a lidar com os prazeres e dissabores do home-office. Muitas dúvidas, medos, informações desencontradas sobre o tratamento e sobre as precauções.

Abril – Mantimentos: Neste mês, já que a sociedade temia o que aconteceria, vendo a China ainda em isolamento, não sabia quando poderia retomar a vida “normal”, deu-se uma corrida aos mercados com a preocupação de se estocar mantimentos e...pasmem: papel higiênico!

Maio – Abismo: Não, ainda não tinha acabado e ainda não tínhamos perspectivas de como transpor esse desafio. A coisa parecia ainda descer “ladeira abaixo” numa situação em que a insegurança de durar mais do que imaginávamos, do luto real por pessoas e condições sócio-econômicas nos assombravam.

Junho – Fogueira: Momento de parar de apenas esperar e/ou improvisar, e começar a construção do “novo normal” entendendo que as coisas não seriam mais iguais, nem nós mesmos seríamos iguais depois desta experiência.

Julho – Escolha: Com o retorno de muitos à sede de trabalho, surgem algumas perdas definitivas e novas informações sobre tratamento e curso da doença. É hora de decidir o que fazer com as informações que tínhamos até então e retomar algumas atividades necessárias com os novos cuidados aprendidos e agora ratificados.

Agosto – Escalada: Conhecida como mais que um esporte, um estilo de vida, a escalada, assim como a situação de Pandemia, mostrou exigir de nós preparo e cuidado, sendo desgastante, porém necessária para se chegar ao topo.

Setembro – Um novo dia chega junto com a primavera, um solzinho discreto e uma vontade de socializar, o que faz com que começássemos a sair timidamente para algumas atividades que passam a ser permitidas.

Outubro – Travessia do Rio: Algumas atividades são retomadas, mas somos lembrados o tempo todo de que ainda não chegamos ao final. Continuamos a travessia de um percurso com relevo irregular e ainda incerto, mas agora com mais conhecimento, mais protocolos de medicamento, diminuição do número de mortes. Estamos em estado de alerta, mas, apesar de difícil, a travessia é possível.

Novembro – Acampamento: Momento no qual as relações estão mais amenas e, apesar do aumento de casos recente, parece haver mais empatia – pessoas entendem melhor as diferenças, necessidades e também o desespero dos outros e parecem existir mais pontos em comum, interesses coletivos e menos agressividade para continuar o enfrentamento ao momento.

Dezembro – Chegada: A expectativa é da vacina. Já existe o nome e data de início. Após tantas dores e também muito aprendizado sobre a sociedade, sobre a doença e sobre nós mesmos, a vacina é confirmada, assim como nossa esperança por um ano melhor.

As coisas nesse último ano mudaram muito, rapidamente e com frequência. A situação mudou, as condições mudaram, mas junto com isso, passamos (obrigatoriamente) a nos conhecer melhor. Tivemos a oportunidade de mudar também. O que fizemos durante a trilha, toda adaptação, cada aprendizado, a criatividade, a transformação, nos trouxe até aqui e nos mostrou que: a verdadeira e necessária bagagem para seguir em frente, sempre estará dentro de nós!

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